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Quais programas de manipulação de dados é esperado que um estudante de pós-graduação em Economia domine.

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perguntada Abr 4, 2016 em Economia por eco1911 (156 pontos)  

Ainda vale a pena aprender Matlab ou Julia vai supera-lo?
E quanto ao R, Python e C++?

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1 Resposta

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respondida Abr 5, 2016 por danielcajueiro (5,226 pontos)  

Eu acho que não existe nenhuma expectativa em relação a esse assunto por quatro motivos:

(1) Não existe consenso sobre esse assunto entre os professores.

(2) A grande maioria dos professores (mesmos os que ensinam econometria) não conhece o suficiente para fazer uma discussão séria sobre o assunto.

(3) Os alunos de graduação não precisam fazer cursos de manipulação de dados para se formar.

(4) Um profissional da área de economia pode ser super bem sucedido mesmo sem saber nada de computação.

Esse é o cenário, mas eu pessoalmente acho que todo aluno deveria gastar algum tempo com programação pois, além de aperfeiçoar o raciocínio lógico, ela dá muita liberdade para fazer muitas coisas. Aqui na UnB, temos uma disciplina no mestrado e doutorado sobre métodos computacionais em economia. A versão de 2016 está sendo disponibilizada aqui. Alguns alunos da graduação assistem uma disciplina da computa

Essa resposta dá uma relação do que é importante para um economista aprender.

Resumindo:

Se você quiser realmente trabalhar com dados, siga python! Outra opção é o matlab. Eu pessoalmente não sou fã de R, mas o R pode ser muito útil se você precisar rodar uma regressão bem complexa.

Se você quiser trabalhar com microeconometria, stata é essencial. Mas stata não é adequado para aprender a programar.

Que eu saiba Julia ainda tem poucas baterias (módulos prontos).

C++ atualmente é útil quando você precisa trabalhar com coisas bem pesadas. Por exemplo, modelos baseados em agentes. Mas lembre que o Python permite que você acelere o código usando partes de C++ ou Julia.

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